

IGREJA PRESBITERIANA DO BRAZ
Rua: São Leopoldo, n.º 318 - Belenzinho
CEP: 03055-000 - Tel: 2693-5643
Organizada em 29 de março de 1914
Nossos Cultos:
Quarta-feira às 18h00
Domingos: 9h30 e 18h30
Escola Dominical: 10h30NÓS ANUNCIAMOS JESUS CRISTO SALVADOR

Sobre nós
Somos uma igreja evangélica, fiel à Bíblia, nossa única regra de fé e prática. Cremos que Deus salva o pecador arrependido por meio do seu filho Jesus Cristo. Cremos que todo aquele que confessa o nome do Senhor Jesus é parte da comunidade de crentes – a Igreja – que vive em comunhão, adoração e serviço. Mantemos trabalhos regulares, que você pode frequentar (veja em Nossa Agenda). Temos também diversas programações eventuais, algumas das quais promovidas pelas Sociedades Internas da igreja.
Estamos localizados no bairro do Belenzinho, Zona Leste de São Paulo (veja em Visite-nos).
Histórico
Em maio de 1910, sob os auspícios da Igreja Metodista Episcopal do Sul, o ex-ministro Antonio Miguel Pinto com a cooperação de alguns crentes, abriu um trabalho à Avenida Rangel Pestana, nº 135, alugando para esse fim uma sala, e como o trabalho se desenvolvesse rapidamente, foi necessário entrar em acordo com o proprietário e demolir uma parede do prédio a fim de duas salas fazer uma só mais ampla a qual em poucos meses já se tornou acanhada para conter os frequentadores. Muito auxiliaram o então Rev. Pinto, entre muitos: José Jorge Ribeiro, João dos Santos Sebastião Pereira Ferreira, Andronico Nery, Quirino de Oliveira, Joaquim dos Santos e Manuel da Cunha que esta escreve. E como a sala já fosse demasiadamente pequena, foi necessário mudar para outro salão à mesma Avenida, nº 283, onde também pouco tempo se ficou, pois que já não mais comportava o número de crentes e interessados; em vista do que, foi preciso alugar o salão nº 281, salão espaçoso e arejado. Até aí, o trabalho era mera congregação, mas neste último prédio foi constituída em Igreja Metodista Brás. E foi nesse mesmo salão que a 29 de Setembro de 1912, o Rev. Pinto não se conformando com a Reforma dos Estatutos a qual entregava tudo na mão do Board of Missions, e também não querendo aceitar o episcopado com o poder de que era dotado, resolveu deixar o trabalho e trabalhar em caráter independente. Conhecendo a Igreja a ideia e pretensões do Sr. Pinto, e estando de acordo com o seu modo de pensar, resolveu unanimente tornar-se solidária com ele e dessa forma proclamar a sua lndependência de Igreja Metodista Episcopal. Nesse gesto, a Igreja do Brás foi acompanhada pela Congregação de Saracura Grande, Igreja de Porto Feliz, Tietê, Sete Fogões e Campinho.Nesta época contava a igreja do Braz 82 crentes professos, 50 alunos na escola dominical, e sempre muito frequentada em todas as reuniões, especialmente de noite, que as cadeiras não comportavam o número de assistentes. A 19 de dezembro de 1912, o "Expositor Cristão" publicou uma carta do Rev. Victorino Gonçalves então ministro Metodista independente na zona Leopoldina Railway o qual se mostrava arrependido do passo que tinha dado e voltava-se novamente qual Filho Pródigo à casa paterna. Com a leitura desta carta o Rev. Pinto ficou muito desalentado, e senão fosse a boa vontade de seus companheiros nessa mesma ocasião, teria feito como o Rev. Victorino. Passada que foi essa primeira crise, logo em seguida por dificuldades em enfermidades e finaceiras, ele, Rev. Pinto, teve nova crise, e sem consultar a Igreja, combinou com o Rev. Kennedy, presbítero presidente daquela época, a volta da Igreja do Brás ao seio da Igreja Episcopal, o que absolutamente nós não quisemos submeter. Em vista disso, um só caminho tínhamos a seguir e isso foi o que fizemos: deixamos o Rev. Pinto à margem. Com a saída dele, nossa Igreja ficou um rebanho sem pastor durante oito meses. Neste tempo, fomos bondosamente exortados por diversos irmãos ou sejam: o falecido Rev. Carvalhosa, Charles Cooper, Baldomero Garcia, Eduardo Pereira e alguns seminaristas independentes. A essa assembléia, se não me falha a memória, compareceram 26 membros em plena comunhão e o resultado foi o seguinte: Presbiteriana do Brasil 23 votos, Independente 1 voto, Metodista 2 votos. Devido a circunstâncias várias, tivemos de mudar-nos para a Av. Celso Garcia nº 103, depois para a Rua Dr. Almeida Lima, e atualmente à Rua Brigadeiro Machado nº 55. O estado da Igreja em 1914 era: Número de membros 65, alunos da Escola Dominical 73, número de classes 5 e professores 5. O estado financeiro era regular e o espiritual, graças a Deus, é bom. Estes relatos foram feitos pelo presbítero Manuel da Cunha, conforme registros indicados, feitos no ano de 1912, quando do pastoreio do Rev. J. R. Carvalho Braga. O presbítero Manuel da Cunha foi eleito para compor o primeiro conselho de nossa igreja e, pai de Rute Cunha Sávio, membro de nossa igreja, nascida no ano de sua organização e falecida em 2002. As lutas e providências de uma Igreja nova, desde sua organização estão apenas começando. São registros preciosos desta história. Cabe ressaltar que no plano de Deus, aprouve-lhe plantar essa igreja sob a égide destes gigantes espirituais que são pais na fé e doutrinadores na Palavra de Deus. Neste ano de 1914, a Igreja presbiteriana do Brás, aos 29 de março, iniciou com o pastoreio do Rev. Modesto Carvalhosa, pastor da Igreja Presbiteriana Unida e organizador da Igreja Presbiteriana do Brás.
Fomos organizados como igreja em Março de 1.914. Somos parte da maior e mais antiga denominação presbiteriana de nosso país – a Igreja Presbiteriana do Brasil, membros do Presbitério Norte Paulistano (PNPT) e do Sínodo Norte Paulistano (SPN).
Nossa igreja vive o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Temos projetos e um departamento envolvido com missões.
Nossa Igreja também possui vários grupos musicais, que participam da liturgia do Culto e em alguns trabalhos eventuais.
Nossos pastores:
Pastor Titular: Rev. Elieser Ferreira (ao centro)
Pastor Auxiliar: Rev. Marcos José de Paula (a esquerda)
Pastor Auxiliar: Rev. Washington Carlos de Almeida (a direita)
